Mentores que Transformam oferece mentorias individuais sobre carreira e projetos de vida

Mentores que Transformam oferece mentorias individuais sobre carreira e projetos de vida

Já pensou ter um mentor para sua carreira antes mesmo de terminar a faculdade? Alguém que pudesse dar orientações com relação aos seus propósitos na carreira, a se portar numa entrevista de emprego e a entender melhor o mercado de trabalho? Em uma parceria com o Instituto Joule, o Instituto Cyrela promove o programa Mentores que Transformam, no qual jovens de 18 a 26 anos recebem mentorias individuais.

Como funciona?

Em atividade desde 2020, o projeto envolve profissionais de todas as empresas do Grupo Cyrela. Na primeira edição de 2021, 150 colaboradores se inscreveram e já estão participando. As mentorias são individuais e acontecem online. O Instituto Joule é responsável por analisar os cadastros, mapear os jovens e fazer a ligação com o mentor mais adequado.

De acordo com Jucelene Silva, técnica de segurança do trabalho e participante do Comitê de Voluntariado da RJZCyrela, um ponto positivo do projeto é que o Instituto Joule oferece um material e um norte para realizar as mentorias. “Cada encontro tem um tema e o guia dá um direcionamento sobre o que abordar. São vários assuntos: teste vocacional, como se posicionar nas redes sociais, propósito, como desenhar sua carreira, onde gostaria de estar daqui a 5 anos, entre outros”, explica.

Aprendizados do programa Mentores que Transformam

No projeto, os benefícios também são percebidos pelos mentores. Para Marcelo Bonin, coordenador de T.I e Product Owner da CashMe, trata-se de uma iniciativa maravilhosa. “Eu mesmo queria ter tido um ou mais mentores quando mais jovem, isso poderia ter me colocado no ramo certo antes. Eu não tinha conhecimento desse tipo de trabalho e fico muito feliz em ver uma empresa como a Joule fazendo esse intermédio”, aponta.

Jucelene acredita que este programa promove uma grande troca. “Nós não só ensinamos, como também aprendemos muita coisa”, comenta. Bonin concorda: “Eu acho muito bom dividir conhecimento, aprendemos mais quando ensinamos alguém do que quando lemos ou ouvimos, é uma excelente oportunidade para aumentar nosso conhecimento, praticar empatia e conhecer outras gerações que podemos encontrar no mercado num futuro não tão distante”.

Elisa Barreto da Rocha, uma das mentoradas do projeto, revela que o seu mentor trouxe um teste de inteligência emocional que a fez refletir sobre suas características e o que precisa desenvolver. Recém-formada em Economia, ela conta que o projeto também a ajudou a rever um pouco do planejamento de carreira. “A princípio, eu queria fazer um mestrado em Economia Política e já começar este ano. No entanto, depois de analisar melhor com a ajuda do mentor, cheguei à conclusão de que seria melhor amadurecer um pouco mais as minhas ideias e ganhar um pouco mais de corpo na área que eu me formei. Os encontros têm sido sensacionais e a história de vida dele é bem parecida com a minha, o que nos aproximou bastante”, expõe. 

Outra possibilidade oferecida pelo projeto é a de integrar conhecimentos de outras áreas. “No caso da jovem que eu estou mentorando, ela está no último período de Publicidade. Embora eu não seja da mesma área, eu aproveitei para trazer outros convidados para a mentoria. Convidei a gerente de marketing para falar um pouco sobre a profissão e a vida em agência. Também trouxe uma profissional do time de RH do Rio para falar sobre como criar um perfil no LinkedIn e algumas questões mais técnicas. É também uma forma de gerar interesse dentro da empresa pelo programa”, destaca Jucelene.

Letícia Roberta de Souza, uma das mentoradas do programa, afirma que a experiência tem sido muito positiva. “A minha mentora agrega muito na minha formação acadêmica. Mesmo não sendo da mesma área que eu, nós temos conversas ricas de informação. Os mentores estão sempre de braços abertos para nos acolher e levar ao melhor caminho”, pontua.  

Expectativas

Na opinião de Bonin, o importante não é apenas tentar passar conhecimento, mas também, manter a mente aberta, entender o lado do mentorado, colocar-se no lugar dele e também aprender com isso.

Jucelene, por sua vez, espera que sua mentorada saia com um norte muito melhor do que o que ela entrou. “Minha expectativa é que ela consiga concluir esse processo. De preferência, que ela consiga estar posicionada no mercado de trabalho, mas sei que estamos num momento difícil com a pandemia. Mesmo que ela não consiga, desejo que ela possa ter seu perfil muito bem definido, confirmando aquilo que ela já tinha planejado. Eu espero que eu tenha feito a diferença pelo menos um pouquinho na vida dela e que ela consiga conquistar seus sonhos. E quero muito me inscrever no próximo”, finaliza.