Comitês de Voluntariado destacam lições apreendidas durante a pandemia e expectativas para 2021

Comitês de Voluntariado destacam lições apreendidas durante a pandemia e expectativas para 2021

Relembre as lições apreendidas pelos comitês de voluntariado das três regionais da Cyrela para continuar ajudando a quem precisa enfrentando a pandemia. E mais: desejos e metas para 2021

Adaptar ações durante a pandemia para continuar a fomentar voluntariado provou-se um desafio a parte em 2020. Como manter a chama acesa, em um momento em que muitas instituições continuam precisando de apoio, mas a equipe não está presencialmente nos escritórios da Cyrela? E a quem ajudar, quando as opções são muitas, mas os recursos para fazer efetivamente a diferença são escassos? Confira a seguir alguns dos desafios vencidos pelos comitês regionais de voluntariado na Cyrela em 2020 e as lições aprendidas. E também, os desejos e metas para 2021.

Adaptação e flexibilidade

Os desafios gerados pela pandemia propiciaram vários aprendizados para os comitês de voluntariado nas três regionais. Luana Mota, embaixadora do IC do Rio de Janeiro e líder do comitê de voluntariado nesta regional, conta que no âmbito profissional, as principais lições foram: adaptação e flexibilidade.

“Nós todos tivemos que nos adaptar e evoluir nesse ano pandêmico, não só enquanto pessoa, empresa e enquanto comitê também. Por muitos meses tivemos o desafio de querermos fazer mais e não conseguirmos pensar em alternativas para engajarmos as pessoas e mantê-las seguras, tudo era on-line, nos desconstruímos e ressignificamos para nos adaptar à nova realidade. Em um dado momento criamos uma gincana solidária híbrida, com várias alternativas de se fazer diferença da maneira que cada um se sentisse mais confortável possível! Tivemos um resultado incrível e conseguimos impactar muitas pessoas, nossa grande lição foi entender que temos um time muito humanizado e colaborativo que temos muito orgulho!”, afirma Luana.

A importância do voluntariado

Já Ketlyn Brock, analista de RH e uma das líderes do comitê na Regional Sul, obteve como aprendizado pessoal uma nova percepção sobre felicidade. “Eu aprendi muito mais a valorizar tudo o que tenho e me apegar às coisas reais que tenho hoje. A gente, enquanto ser humano, tem muita necessidade de ter objetivos e acaba colocando a nossa felicidade e bem-estar a longo prazo, em coisas que a gente ainda não tem. Na pandemia, o que mais vi é que eu tenho absolutamente tudo o que preciso e sou feliz hoje. O que eu vou conquistar ao longo da vida é bônus”.

No quesito voluntariado, ela que é uma das líderes do comitê de voluntariado na Regional Sul destacou o aumento da crença na humanidade. “Quando o bicho pega a gente vê que tem muito mais gente do bem. Claro que tem pessoas que são voluntarias na essência, que doam na hora boa e na ruim, mas tem muita gente que quando vê que a situação apertou, se doa. Tivemos muita gente perguntando o que podia fazer ou doar, então cada vez mais eu acredito que tem salvação. Tem muita gente boa no mundo querendo doar e só esperando uma oportunidade. E provavelmente a pandemia descobriu muitos voluntários aí”, considera.

Inovação

Jaqueline Siqueira, colaboradora do Controle Financeiro e membra do comitê de voluntariado de SP, destacou o entusiasmo da equipe em São Paulo ao dar opiniões e propor novas ideias. Uma das descobertas do ano foi a possibilidade de reuniões online muito produtivas. “A questão do online foi bacana, porque a gente pôde reunir todo mundo – seja em casa ou quem estava indo para o escritório – e debater novas ideias. Cada um foi colocando as próprias ideias e a gente pôde aliar para que tudo acontecesse”.

Ela atribui o sucesso das ações ao longo de 2020 à capacidade da equipe de inovação e até mesmo à pandemia. “A pandemia fez com que as pessoas quisessem ajudar ao próximo da mesma forma”, analisa.

Planos para voluntariado em 2021

Para finalizar, as colaboradoras compartilham desejos e planos para o ano: “Um desejo para 2021 é que a gente consiga cada vez mais engajar pessoas para esse conceito do voluntariado de formas diferentes. Que todo mundo possa se dedicar cada vez mais para esse tipo de trabalho, que a gente possa impactar cada vez mais pessoas e que a gente possa contagiar cada vez mais gente para esse exército do bem, para espalhar esse amor. O meu sonho é que a gente possa fazer a diferença e possa fazer um mundo melhor. Com a ajuda de cada um, a gente consegue”, afirma Luana Mota (RJZ Cyrela).

“Tudo que deu certo em 2020 a gente quer levar para 2021, porque foi um desafio e tanto, mas tivemos retornos muito bacanas. Em 2021 queremos abrir mais vagas para colaboradores que queiram participar do comitê”, antecipa Jaqueline (Regional São Paulo). Ela destaca que o novo ano reserva ainda mais surpresas, mas conta agora com a energia de quem enfrentou e venceu as barreiras em 2020 e sabe que a equipe, unida, conseguirá propor soluções. “A gente não sabe se ano que vem vai ter o DAV presencialmente, mas já sabemos que algo vai acontecer”, exemplifica Jaqueline.

Já Ketlyn sonha com ainda mais crescimento do voluntariado para a Cyrela e que essa cultura se torne cada vez mais uma essência do time Cyrela. “Quero ver o IC ainda maior do que já é, podendo ajudar muito mais gente. Quem sabe aumente a porcentagem de doação que a Cyrela faz para o Instituto? Hoje, utilizamos 1% do lucro líquido e Sr. Aron tem como meta passar para 2%. Quem sabe a gente consegue? Tendo mais verba e condição, a gente consegue ajudar mais gente para transformar a vida de muitas pessoas”, estima Ketlyn (Regional Sul).